terça-feira, 29 de setembro de 2009

Sonho, data esquecida

O sonho começa quando eu acordo e me vejo no alto de uma torre.
Essa torre ficava bem no meio de uma espécie de parque muito bonito e bem cuidado.
Fiquei algum tempo observando a bela paisagem quando avistei descrente um bando de estranhas criaturas. Eram cavalos alados, com pelagem dourada e peculiar, criaturas maravilhosas.

Esses momentos de admiração deram lugar ao medo quando, ainda lá em cima, vi outro grupo de criaturas estranhas. Estes eram macacos de pele e pelagem vermelha, a maioria de tamanho normal, outros eram enormes, mas todos tinham olhares hostis em direção aos cavalos. Os macacos se aproximaram calmamente dos cavalos, de repente algo aconteceu e o combate começou. Os macacos eram mais fortes e ,furiosos, dominavam o combate já que a diferença numérica era pequena.

Indignado com aquela violencia, pra mim desnecessária, lá de cima eu gritei feroz. O grito distraiu os macacos tempo suficiente para os cavalos que restavam fugir e agora eu era o alvo.
alguns macacos também fugiram assustados, mas um pequeno grupo resolveu subir a torre com uma fúria terrível. Consegui derrubar lá de cima parte dos que tentaram subir e de repente já não havia mais criatura nenhuma ali perto.

Assustado fui conferir e vi distante os cavalos alados fugindo, entretanto nenhum macaco. Aí vi o que parecia ser um garoto assustado se segurando na parte externa da torre. Me apressei em acudi-lo perguntando como ele chegara ali e quem era, quando o puxei pela mão para a parte interna da torre senti a mão ficar mais pesada, olhei e agora era a mão de um dos macacos, que me fitou com olhos vitoriosos. Mal tive chance de reagir e o ser frio me jogou lá de cima. Lembro bem dos olhos escuros do macaco vermelho me olhando friamente enquanto caía.
Acredito ter morrido na queda.

Sonho 29/10/09

Relato aqui para quem se interessar, ler, e quem sabe até dar uma interpretação para esses sonhos doidos que eu tenho ocasionalmente.

Eu estava bricando com algumas crianças fora de casa, entardeceu e rapidamente escureceu. Chamei todos para voltar para casa.

No caminho de volta, a menorzinha (e mais levada) saiu correndo e se escondeu, fomos todos atrás dela, que acabou se escondendo num lugar CHEIO de formigas. Essas tinham tamanho razoável, cor escura e brilhante, e "bundinha avantajada. Subitamente fomos atacados, até minha cadelinha (Xica), então peguei a menina e saí correndo.

Enquanto corria começava a sentir certo formigamento (!?) no braço e assustado, vejo que no local das picadas se formavam manchas escuras; A princípio senti só o formigamento, entao vi as manchas escuras e senti uma dor terrível, seguida por perda da sensibilidade do local.

Ainda assustado com aquilo tudo escuto latidos desesperados de Xica. Na mesma hora pensei que aquilo ia me matar e que devia ir pra casa o quanto antes e me livrar das cruéis formigas, mas então vi os olhos sofridos da minha fiel companheira e resolvi ficar ali com ela, que parou de latir desesperada quando eu apertei sua "mão" e me olhou com estranha tranquilidade.

Não ficou claro para mim o que houve em seguida.
Sei que Xica morreu... talvez eu tenha ido jundo com ela. Talvez não.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Eu prometo...

"Eu prometo não te prometer nada
Nem te amar pra sempre
Nem não te trair nunca
Nem não te deixar jamais.

Estou aqui, te sinto agora
Sem máscaras, nem artifícios.
Enquanto for bom para os dois
Que o outro fique.

Nada a te oferecer exceto eu mesma
Nada a te pedir exceto que seja
Quem tu és.

Tuas coisas continuam tuas
E as minhas, minhas.
Não nos mudaremos na loucura
De tornar eterno,
Esse breve instante que passa.

Se crescermos juntos,
Ainda que em direções opostas
Saberemos nos amar como somos
E não teremos medo ou vergonha
Um do outro.

Não te prendo e não permito
Que me prendas.
Nenhuma corrente pode deter,
O curso da vida.
Quero que sejas livre como eu
Própria quero ser.

Companheiros de uma viagem
Que está começando
Cada vez que nos encontramos novamente."

- Geraldo Eustáquio de Souza

Status é...

"Status é comprar coisas que você não quer,
com o dinheiro que você não tem,
a fim de mostrar para gente que você não gosta,
uma pessoa que você não é."
- Geraldo Eustáquio de Souza